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Imprimir credenciais no evento na Argentina: tamanhos, impressoras e o que imprimir
Imprimir credenciais num evento se resume a três decisões: o formato (papel A6 ou A7 num porta-crachá, uma etiqueta térmica adesiva ou um cartão de PVC), o que vai nele (nome, tipo de acesso visível, evento e datas, e o QR code se ele for lido) e o momento (na entrada, quando a pessoa chega, ou com antecedência). Se o evento dura um dia e as pessoas chegam em ondas, imprimir na entrada evita imprimir crachás que ninguém retira. Se todos chegam de uma vez ou o acesso dura vários dias, deixe tudo pronto antes. Quando você organiza a partir do Brasil, some uma quarta decisão: o que levar para a Argentina e o que conseguir lá.
Primeiro: você precisa mesmo de crachá impresso?
Nem sempre. Se o único objetivo é entrar, o QR code no celular basta. O crachá impresso compensa quando as pessoas precisam ver quem é quem lá dentro: um congresso em que os participantes se apresentam, um evento corporativo com convidados, um festival com equipe circulando entre áreas. Se você decidiu imprimir, siga em frente. Se o seu público vem de vários países, leia também a nossa nota sobre convidados brasileiros e internacionais na inscrição e na entrada.
Formatos de crachá, do mais barato ao mais durável
Os tamanhos de papel vêm da norma ISO 216: segundo a referência da ISO 216, o A6 mede 105 x 148 mm e o A7 mede 74 x 105 mm, e os Estados Unidos e o Canadá são os principais países que em geral não usam os tamanhos ISO. Se a sua equipe ou um fornecedor desenha em formato Carta americano, refaça o modelo em milímetros antes de mandar.
- Papel ou cartão A6 num porta-crachá com cordão: o formato de congresso. Cabe um nome grande, a empresa, o tipo de acesso e o QR code, e dá para ler a uns dois metros. Imprime numa impressora a laser comum ou um por um.
- Papel A7: metade de um A6. Bom quando o crachá é mais identificação que cartão de visita: equipe, fornecedores, um evento corporativo pequeno.
- Etiqueta térmica adesiva: impressa numa impressora térmica de etiquetas, sem tinta, uma por uma e em segundos. Cola na roupa ou vai num porta-crachá. É a melhor opção para imprimir na entrada, mas dura um dia: o papel térmico desbota com calor e sol.
- Cartão de PVC: o formato de cartão de crédito. Precisa de uma impressora de cartões, mais cara e mais lenta. Compensa para credenciais de vários dias ou de temporada, em que o cartão tem que durar.
O PASE imprime crachás em vários tamanhos (etiqueta térmica, A6, A7 e tamanho de cartão de PVC) e também manda a cada participante, por e-mail, um crachá em PDF com o QR code. Antes do evento, faça um teste na impressora real que você vai usar: o que aparece na tela nem sempre é o que sai no papel.
O que vai no crachá
O Public Venue Credentialing Guide da agência de cibersegurança e infraestrutura dos Estados Unidos (CISA) diz que uma boa credencial é "visually easy to discern and simple to use, yet difficult to falsify" (fácil de distinguir visualmente e simples de usar, mas difícil de falsificar). O guia recomenda "indicating areas of access by shapes, numbers, letters, or symbols and color-coding by event function" (indicar as áreas de acesso com formas, números, letras ou símbolos e usar cores por função no evento), marcar "the time frame during which the credential is valid" (o período em que a credencial é válida) e, se possível, torná-la "user-specific" (pessoal) para que não possa ser repassada. Também sugere que o verso mostre as restrições e "the phone numbers for a venue's security or emergency response" (os telefones da segurança ou da equipe de emergência do local).
Para um evento de um ou dois dias na Argentina, isso vira:
- Um nome grande. Num congresso, o primeiro nome maior que o sobrenome. É o que as pessoas leem.
- Tipo de acesso em cor. STAFF, IMPRENSA, VIP, numa faixa de cor visível de longe. O segurança de uma porta olha a cor antes de ler qualquer coisa.
- Evento e datas. Para que o crachá do ano passado não sirva.
- QR code, se for lido. No PASE o QR code é único e aleatório e não carrega dados pessoais: é só um código que o sistema reconhece. Deixe uma margem branca em volta e não o imprima minúsculo.
- Verso (opcional): o telefone do supervisor de credenciamento e o que o crachá não permite.
O que ele não deve levar: dados de que você não precisa. Número de passaporte, telefone ou e-mail impressos num cartão pendurado no pescoço são dados expostos. Explicamos o porquê em dados dos participantes e a Lei 25.326 da Argentina.
Nomes com acento e participantes internacionais
Eventos na Argentina misturam nomes como Muñoz, Peña, Gonçalves ou Müller, e algumas impressoras de etiquetas estragam os caracteres que fogem do inglês básico. Quando o PASE imprime direto na impressora térmica por USB, ele desenha o crachá como imagem no navegador e manda essa imagem para a impressora, então o nome sai exatamente como o participante digitou, com cedilha e til, e os nomes longos são redimensionados para caber. Mesmo assim, inclua um nome com acento e um nome bem longo na sua impressão de teste.
Os nomes saem como as pessoas se inscrevem, então peça o nome que elas querem no crachá. A página de inscrição e o e-mail do QR existem em espanhol e em inglês: seguem o idioma do navegador, e acrescentar ?lang=en ao link força o inglês. Não existe versão em português, então para participantes do Brasil mande o link em espanhol ou em inglês e diga isso na sua comunicação.
Na entrada ou com antecedência?
As duas formas funcionam. Depende de como as pessoas chegam.
Imprima na entrada quando as chegadas são espalhadas (um congresso que começa às 9h com gente chegando das 8h às 10h), quando muitos inscritos podem não aparecer e quando há gente que chega sem inscrição. O fluxo é: ler o QR code, VÁLIDO, imprimir, entregar. No PASE, quando a leitura dá válida, aparece um botão para imprimir o crachá daquele participante. O risco é que a impressora é um ponto único de falha: se ela trava, a fila para.
Imprima com antecedência quando todos chegam de uma vez (uma noite corporativa que abre às 19h e lota quinze minutos depois), quando o crachá vale vários dias ou quando é de PVC. O fluxo é: ler, VÁLIDO, achar o crachá ordenado por sobrenome, entregar. Só funciona se os crachás estiverem bem ordenados e divididos entre os balcões por letra; senão, achar um cartão no meio de centenas demora mais que imprimi-lo.
A combinação mais comum: imprimir com antecedência as categorias conhecidas (equipe, imprensa, palestrantes, VIPs) e o público geral na entrada. Para montar a entrada inteira, veja o plano da entrada com checklist da véspera.
O que levar do Brasil e o que conseguir na Argentina
Leve o que tem a sua marca e é difícil de substituir: cordões impressos, porta-crachás personalizados ou cartões de PVC impressos com antecedência. Consiga no local o que é volumoso, consumível ou elétrico: papel, rolos de etiqueta, porta-crachás genéricos e a própria impressora. Uma impressora trazida de fora também precisa de fonte e tomada que funcionem na Argentina, e a alfândega pode reter equipamentos. Na página de preços do PASE, o aluguel de impressora de crachás e os crachás plastificados premium com cordão aparecem como extras, e a impressão de crachás no local está incluída a partir do plano Pro.
Seja qual for a origem, tenha no balcão: uma impressora reserva ou pelo menos um rolo ou resma de reserva e alguém que saiba destravar o papel; energia perto do balcão, pedida ao local com antecedência; porta-crachás e cordões contados com margem e separados por cor; uma pessoa lendo e outra imprimindo quando o fluxo é alto; e um plano para quem não se inscreveu. O PASE permite inscrever alguém na hora, e essa pessoa também sai com crachá.
Crachá impresso não substitui o controle. O mesmo guia da CISA afirma que "the possession of a credential does not negate security screenings" (ter uma credencial não dispensa as verificações de segurança). Se uma área tem ponto de acesso, o crachá também é lido ali.
Nome grande, cor por tipo de acesso, datas e um QR code com margem. O resto é decoração.
Perguntas frequentes
Qual tamanho de crachá funciona melhor num congresso?
A6 (105 x 148 mm) num porta-crachá com cordão. Cabe um primeiro nome grande, a empresa, o tipo de acesso e o QR code, e dá para ler a uns dois metros. Para equipe ou eventos pequenos, o A7 (74 x 105 mm) basta.
Etiqueta térmica ou cartão de PVC?
Etiqueta térmica para eventos de um dia e para imprimir na entrada: é rápida e não usa tinta, mas o calor e o sol a desbotam. Cartão de PVC para credenciais de vários dias ou de temporada, em que o cartão tem que durar.
Os nomes com acento vão sair certos?
No PASE, sim. Ao imprimir direto na impressora térmica, o crachá é desenhado como imagem no navegador e enviado à impressora como imagem, então nomes como Muñoz ou Gonçalves saem exatamente como o participante digitou. Mesmo assim, imprima um crachá de teste com um nome acentuado antes do evento.
Imprimo na entrada ou levo tudo impresso?
Se as pessoas chegam espalhadas ou muitos inscritos podem não aparecer, imprima na entrada. Se todos chegam de uma vez ou o crachá vale vários dias, leve os crachás impressos e ordenados. A combinação habitual: equipe, imprensa, palestrantes e VIPs com antecedência, público geral na entrada.
Imprima crachás na entrada do seu evento com o PASE
Um QR code único por participante, crachá em PDF por e-mail, impressão de crachás em vários tamanhos na entrada e inscrição na hora para quem chega sem cadastro, com inscrição em espanhol e em inglês. Orçamento por evento: Base a partir de USD 600, Pro a partir de USD 1.500 (inclui impressão de crachás no local), Enterprise sob consulta.
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