Comparação

Planilha ou sistema de credenciamento com QR: quando cada um basta para o seu evento na Argentina

Por SOMOS DER · 30 de outubro de 2026 · 8 min de leitura

Uma planilha ou uma lista impressa basta quando há uma porta só, as pessoas chegam aos poucos, não há áreas com permissões diferentes e ninguém precisa de um relatório confiável depois. Ela deixa de bastar quando a maioria dos convidados chega junta, quando há mais de uma entrada, quando existe uma área VIP ou um backstage, ou quando você precisa provar quantas pessoas entraram. A planilha não tem custo de licença, mas cobra em tempo na porta e deixa abertas a dupla entrada, a troca de identidade e a exposição de dados pessoais.

Se você é uma agência ou um organizador do Brasil produzindo um evento na Argentina, vai ouvir o tempo todo a palavra acreditación. Lá ela significa o processo inteiro de credenciamento: inscrever os convidados antes e deixá-los entrar na porta. Muitas equipes locais ainda fazem isso com um Excel impresso na véspera. Este guia ajuda você a decidir, pensando no seu evento, se isso está bem ou se vai pesar na noite.

Primeiro, o que a planilha faz bem

Nem todo evento precisa de um sistema. A planilha tem vantagens reais, e vale dizê-las:

Se o seu evento é assim, mantenha simples. O problema começa quando o evento cresce numa de quatro direções, e o tamanho nem sempre é a que importa.

Onde a planilha quebra

1. Quando as pessoas chegam juntas

Com uma planilha, cada entrada é uma busca: perguntar o nome, soletrar, encontrar entre sobrenomes parecidos, riscar. Quando as pessoas chegam uma a uma, ninguém percebe. Quando muitas chegam nos mesmos poucos minutos, a fila cresce mais rápido do que o operador consegue procurar. A resposta da planilha é mais operadores com mais cópias, e isso cria o problema seguinte. Para dimensionar a porta conforme a curva de chegada, veja quantos pontos de acesso e operadores o seu evento precisa.

2. Quando há mais de uma porta

Duas portas com duas cópias impressas não conversam entre si: alguém pode entrar por uma, e um acompanhante usando o mesmo nome pela outra. Uma planilha compartilhada online ajuda, mas não por completo: se dois operadores procuram o mesmo nome no mesmo momento, os dois o veem livre e os dois marcam. Um sistema de QR code resolve isso de outro jeito. No PASE, a proteção contra dupla entrada funciona entre portas: se dois leitores leem o mesmo código ao mesmo tempo, uma pessoa entra e a outra tela mostra DUPLICADO.

3. Quando há áreas com permissões diferentes

A planilha diz se alguém está convidado, não aonde pode ir. Se além disso há uma área VIP, um backstage, uma sala de imprensa ou um lounge de palestrantes, você precisa de outra lista por área, ou de uma pulseira que pode passar de mão em mão. Um sistema com permissões por tipo de participante responde em cada ponto de acesso se aquele tipo de convidado pode entrar ali, e mostra NÃO AUTORIZADO quando não pode (mais em controle de acesso para VIP, backstage e salas).

4. Quando você precisa provar quem entrou

No fim da noite, uma lista riscada diz quantos riscos há, não a que horas cada pessoa chegou nem por qual porta. Se o seu cliente ou um patrocinador pede o público real, os horários de pico ou o fluxo de entrada, com a planilha você reconstrói tudo à mão, com margem de erro. Um sistema registra isso enquanto acontece: o relatório do PASE mostra o público por tipo de participante, por ponto de acesso e por hora. O nosso guia de relatório pós-evento para o cliente conta o que vale a pena olhar.

Os riscos que não aparecem na planilha

Troca de identidade

Com uma lista, a verificação é um nome dito em voz alta. Qualquer pessoa que saiba o nome de um convidado que não veio pode entrar no lugar dele. O guia de credenciamento da CISA, a agência de cibersegurança e infraestrutura dos Estados Unidos, recomenda credenciais fáceis de reconhecer e difíceis de falsificar, pessoais sempre que possível para que não se transfiram, e um registro de quem recebeu cada uma. Um QR code único por pessoa cumpre melhor as duas primeiras do que um nome numa lista. Não é infalível: um QR code também pode ser repassado, mas só serve uma vez.

Credenciais que você não consegue cancelar

O mesmo guia aponta que os sistemas eletrônicos permitem ativar ou desativar uma credencial se ela for perdida ou roubada, e que as credenciais escaneáveis permitem controlar a área de acesso. Com uma lista impressa, se alguém não pode entrar, você tem que avisar cada operador e torcer para que ele lembre no momento de maior movimento.

Dados pessoais à vista

Uma folha impressa com nomes, e-mails, telefones ou números de documento (na Argentina, o DNI) em cima de uma mesa é um banco de dados exposto. A lei argentina de proteção de dados, a Lei 25.326, exige no seu artigo 9 que o responsável pelos dados adote as medidas técnicas e organizacionais necessárias para evitar a sua alteração, perda, consulta ou tratamento não autorizado. Uma folha que qualquer um pode fotografar, ou um Excel que circulou por e-mail entre metade da equipe e os fornecedores, é difícil de defender. Falamos disso em dados dos participantes e a Lei 25.326.

Custos: uma comparação justa

A planilha parece grátis porque não tem licença. Mas tem custos que se pagam em horas:

Do outro lado, um sistema tem custo de licença e alguma preparação. O PASE é orçado por evento: Base a partir de USD 600, Pro a partir de USD 1.500 e Enterprise sob consulta (veja os preços). Faça a conta com os seus números: horas da equipe economizadas, operadores que você não precisa somar e quanto vale para o seu cliente um relatório confiável.

Como decidir em cinco perguntas

  1. Há uma porta só? Com duas ou mais, a planilha começa a deixar brechas.
  2. As pessoas chegam aos poucos ou todas juntas? Se chegam juntas, a busca por nome forma fila.
  3. Há áreas com permissões diferentes? Com VIP, imprensa ou backstage, você precisa de mais que uma lista.
  4. O operador conhece os convidados? Se não conhece, a lista não detém quem diz um nome que não é o seu.
  5. Você precisa entregar um relatório? Se o cliente pede público real e horários, a planilha não vai dar isso.

Se você respondeu não a quase tudo, a planilha basta. Se respondeu sim a duas ou mais, o sistema economiza mais do que custa. E se está no meio, há um caminho intermediário: usar um sistema de QR code para a inscrição e a porta, e manter uma planilha de reserva para o caso extremo de a rede cair (veja o que fazer se a internet cair na entrada).

O que muda para uma equipe que vem de fora

Se você produz a partir de outro país, a porta costuma ficar com uma equipe local com quem você nunca trabalhou. Uma lista que depende do critério do operador depende de alguém que você não conhece. Um sistema em que a tela diz VÁLIDO, DUPLICADO ou NÃO AUTORIZADO faz a regra ser a mesma para todos os operadores. No PASE, a página de inscrição e o e-mail com o QR code existem em espanhol e em inglês (com ?lang=en), não em português: se os seus convidados são brasileiros, envie o link em inglês. O relatório ao vivo e o relatório de fechamento saem em espanhol, então combine que alguém do seu lado os leia. Mais em convidados brasileiros e internacionais: inscrição e entrada.

A planilha não está errada. Ela foi pensada para uma porta, convidados conhecidos e ninguém pedindo números depois.

Perguntas frequentes

Para que tamanho de evento uma planilha basta?

Não existe um número mágico: depende mais de como as pessoas chegam do que de quantas são. A planilha basta quando há uma porta só, as pessoas chegam aos poucos, o operador conhece muitos dos convidados e não há áreas com permissões diferentes. Se a maioria chega junta, se há mais de uma porta ou se há VIP e backstage, a planilha começa a falhar mesmo num evento pequeno.

Posso compartilhar a planilha online entre duas portas?

Pode, e é melhor que duas cópias impressas, mas isso não resolve a dupla entrada: se dois operadores procuram o mesmo nome ao mesmo tempo, os dois o veem livre e os dois marcam. Também não impede que alguém diga um nome que não é o seu. Com um sistema de QR code, se dois leitores leem o mesmo código ao mesmo tempo, só uma pessoa entra e a outra tela mostra DUPLICADO.

Quanto custa passar de uma planilha para um sistema?

A planilha não tem licença, mas custa tempo: preparação, busca na porta, operadores extras no pico e o relatório montado à mão. O PASE é orçado por evento: Base a partir de USD 600, Pro a partir de USD 1.500 e Enterprise sob consulta. A comparação justa é contra todo esse tempo, não contra zero.

Qual é o risco legal de uma lista impressa com dados dos convidados na Argentina?

A Lei 25.326 exige que o responsável pelos dados pessoais adote medidas para evitar a sua perda ou o acesso não autorizado. Uma lista impressa com nomes, e-mails ou números de documento numa mesa de credenciamento é exatamente esse risco: qualquer pessoa que passa pode ler ou fotografar, e no fim da noite alguém tem que lembrar de recolhê-la.

A página de inscrição do PASE existe em português?

Não. A página de inscrição e o e-mail com o QR code existem em espanhol e em inglês (com ?lang=en). Se os seus convidados são brasileiros, envie o link em inglês. Os relatórios ao vivo e de fechamento saem em espanhol.

Teste a porta com QR code no seu próximo evento

Um QR code único por participante, válido, duplicado ou não autorizado na hora, antidupla entrada entre portas e relatório ao vivo por ponto de acesso e por hora, com inscrição em espanhol e em inglês. Orçamento por evento: Base a partir de USD 600, Pro a partir de USD 1.500, Enterprise sob consulta.

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O PASE é feito pela SOMOS DER, agência de produção de eventos na Argentina. Venda de ingressos: ENTRÁ. Equipe para eventos: LABURO.